C&A na COP30: saiba tudo sobre nossa participação!
Compromisso com sustentabilidade e construir a moda que muda o mundo são pilares da nossa companhia. Confira a participação da C&A na COP30!
A participação da C&A na COP30 marca um momento importante para a agenda de sustentabilidade da moda no Brasil. Com presença ativa em debates, painéis e iniciativas globais, reforçamos que ESG não é apenas um pilar estratégico, mas parte estrutural do nosso modelo de negócio.
Por isso, levamos representantes de peso para o evento em Belém, no Pará, incluindo o CEO Paulo Correa e a líder de ESG Cyntia Kasai, que contribuíram nas palestras com reflexões sobre circularidade, bioeconomia e o futuro da moda responsável.
Esse esforço faz parte da nossa iniciativa para ampliado a atuação em temas como descarbonização, circularidade e rastreabilidade, fortalecendo a conexão entre inovação e impacto positivo. A COP30, então, tornou-se o cenário ideal para apresentarmos resultados concretos e metas robustas rumo a uma moda que muda o mundo.
Vem ver os principais destaques da C&A na COP30!
Circularidade, inovação e o papel da moda no clima



Durante sua participação, Paulo Correa destacou como a circularidade se tornou eixo central da estratégia climática da C&A. Para ele, repensar o ciclo de vida das peças é fundamental para transformar o setor. “A circularidade é, para mim, a resposta mais direta ao maior desafio da moda: o resíduo e o descarte incorreto de roupas. Portanto, não é só um conceito; ela atua na raiz do impacto: no design, na matéria-prima e na logística”, disse o presidente da companhia.
Sob sua liderança, a C&A já atingiu 34% de avanço rumo à meta de ter 50% dos produtos circulares até 2030 e expandiu iniciativas como o Movimento ReCiclo, que já destinou corretamente mais de 400 mil peças, transformando parte delas em novos produtos, como o Jeans Circular.
Durante o evento, anunciamos nossa adesão ao Movimento Conexão Circular, iniciativa do Pacto Global da ONU que impulsiona a transição para uma economia circular e de baixo carbono. Seguimos pioneiros e somos a primeira varejista de moda a integrar o movimento! “Queremos ser exemplo da transição da moda brasileira para um modelo de negócio regenerativo, que gera valor econômico e ambiental”, reforçou Correa.
Rastreabilidade e bioeconomia: da origem da fibra ao consumidor



Já nossa líder de ESG, Cyntia Kasai, levou à COP30 a perspectiva da C&A sobre rastreabilidade e inovação em matérias-primas. Para ela, a transformação da moda começa no campo – especialmente no algodão, principal fibra utilizada pela empresa. “A rastreabilidade é o que conecta transparência, confiança e escolha. Ela permite ao cliente ver a história por trás de cada peça: do cultivo do algodão até a loja”, afirmou.
Kasai destacou ainda as coleções de jeans rastreável com tecnologia blockchain, que já somam 14,5 mil peças, e o avanço em matérias-primas mais sustentáveis, com mais de 95% do algodão adquirido via BCI.
Sobre a bioeconomia amazônica, ela afirmou: “O papel da moda é inspirar. O nosso papel é conectar natureza, inovação e pessoas, além de fazer da bioeconomia um caminho real para uma moda que une impacto positivo, desejo e valor”
A presença da C&A na COP30 reforça o compromisso da marca em liderar a transição para um varejo mais ético, transparente e regenerativo. Com metas claras, iniciativas escaláveis e participação ativa em debates globais, a empresa demonstra que moda e sustentabilidade caminham juntas — e que impacto positivo é uma construção diária!
Continue acompanhando o Blog da C&A e as redes sociais da marca para saber mais sobre os próximos passos dessa jornada rumo ao futuro da moda sustentável.
